quarta-feira, 18 de março de 2009

Lispector

Entrevistador: Você poderia nos dar uma idéia do que era a produção da... adolescente Clarice Lispector?
Clarice: ...caótica... intensa... inteiramente fora da realidade... da vida *

*Entrevista de 1977, concedida ao Jornalista Júlio Lerner.
(quem quiser, tenho todos os trechos)

Uma das escritoras com as quais mais me identifico.
Alguns chamavam suas obras de "feitiçaria".

Segue aí uma poesia de momento, que postei no desafio de uma comunidade sobre Clarice, no Orkut. Ainda nos tempos do meu velho nick. O desafio era escrever algo no estilo Lispector. Saiu isso:

"Queria-te por inteiro
Mas és apenas metade de mim."


Mais uma dela, na mesma entrevista: "eu ia com uma timidez enorme. Mas uma timidez de ousada. Eu sou tímida e ousada ao mesmo tempo".
Eu amo essa mulher, pela grandeza de espírito que possuía, e por tudo que representa no meio literário.

Uma palavra minha para definir sua poesia?

Visceral!

P.S. - esse escrito pode não ser grande coisa mas, se copiar para algum lugar, não esqueça dos direitos autorais. E tenha em mente que reprodução sem autorização ou indicação de autoria constitui crime à propriedade intelectual!

quinta-feira, 5 de março de 2009

Dos Vícios

Pequenos vícios poéticos, como cigarros de cravo e cereja, e muita água...

Pequenas ausências poéticas, como os espasmos de abscência de criatividade - ou simplesmente dormência da mesma - para escrever algo digno de comentários...

Pequenas licenças poéticas, para, às vezes, dizer ou fazer algo que as pessoas "comuns" julgam como esquisitices...

Pequenas esquisitices poéticas, tais quais pensar uma noite inteira na tatuagem que se quer há anos, sopesando se realmente é aquilo que se deseja para sempre (?!); e, ainda, manter ativo um (ou dois) blog que quase ninguém lê.

Pequenas loucuras poéticas, como decidir por executar as duas esquisitices anteriores.

Música do dia: The Killers - Mr. Brightside (nunca enjôo)

P.S. - desculpem os possíveis erros ortográficos. Ainda não me habituei ao recente "assassínio" da Língua Portuguesa.