Noite de Sexta ao acaso com Jane Santos, Érica Mendonça e Laona Fontalvo. Depois de um bafão, do qual não participei, as três me dizem:
Se a paixão é platônica, um dia tem que se revelar.
Mas há controvérsias!
Só Érica acha que tem que ser platônica para sempre.
E Laoana acha que dar pinta pela metade é uma solução viável para o mistério.
Jane Santos acha que tem que rolar aquela pegada boa na rua, na chuva, na fazenda, ou numa casinha de sapê...
E eu, sem saber pra onde vou, nem o que faço, nem onde estou, e que atitudes tomar, continuo, então, a TOMAR minha cachaça, e deixo o acaso decidir por nós.
E que assim seja!
Fumaça, pra onde vamos? Solitárias, mas nunca a sós!
A dilaceração da dor bem sentida. O drama da existência sofrida. O exagero e a mentira do profeta. A realidade fingida da vida do poeta. Se o surreal tiver início, é aqui que ele começa...
sábado, 25 de maio de 2013
quarta-feira, 22 de maio de 2013
Aquela hora em que seu queixo cai, quando você por acaso descobre o Facebook daquele cara que esnobou há alguns anos atrás, e vê que ele está lindo, maravilhoso, um gato com cara de homem maduro! E daí, subitamente, dá saudade daquela voz grave, gostosa de ouvir cantando Otherside, e daquela cara de Patrick Swayze! Ô, diacho!
Música do dia - Red Hot Chilli Peppers - Otherside
Música do dia - Red Hot Chilli Peppers - Otherside
terça-feira, 21 de maio de 2013
sábado, 18 de maio de 2013
Notívaga
Boemia, boemia
Esse verme que me consome!
Meu ultraromantismo insone
Assiste de camarote à derrocada do dia!
Esse verme que me consome!
Meu ultraromantismo insone
Assiste de camarote à derrocada do dia!
quinta-feira, 16 de maio de 2013
quarta-feira, 15 de maio de 2013
Freio
O freio retém os ímpetos, os ânimos, o impulso.
Freio moral, social... freio mecânico
Estanca o automóvel
Para o movimento
Repele os instintos.
Primitivamente falando,
O freio é a roda do avesso
Sentido inorgânico
O quadrado sem aresta
O ângulo estreito do percurso
A pausa de uma monótona toada.
É o tênue limite entre o tudo e o nada
A repressão* da palavra
Que não prossegue o pensamento.
Mas o único freio que possuo,
Que me foi dado por incontestável natureza
Para meu espanto agônico
Sequer é capaz de conter
Minha língua
Desenfreada...
[Autossabotagem é diferente de contenção. O freio é a única coisa que impede a destruição!]
[Autossabotagem é diferente de contenção. O freio é a única coisa que impede a destruição!]
*Menções honrosas à Priscila Paglia, que comentou ser o meu escrito uma angustiante imagem de repressão. E REPRESSÃO era o "click" que faltava! Méritos, também, pela autossabotagem que me deu mais uma linha de inspiração!
P.S. - esse escrito pode não ser grande coisa mas, se copiar para algum lugar, não esqueça dos direitos autorais. E tenha em mente que reprodução sem autorização ou indicação de autoria constitui crime à propriedade intelectual!
sábado, 11 de maio de 2013
quarta-feira, 8 de maio de 2013
Arquétipos
Afrodite, Persephone e Atena:
Brincam em mim as três facetas das Deusas
Quero a liberdade
Quero alguém que me proteja
E quero tudo agora!
Três lados conflitantes, porém complementares.
E quando alguém desperta
E desafia meus três lados divinais
Que luta infernal!
Porque as Deusas voam cada uma para um lado
Dividindo razão, emoção e vontade
E não me basta a fumaça do cigarro
Nem um bom vinho tinto.
Piano, poesia e violão
São paliativos
Quem mandou deixar Hera, Deméter e Hestia
Jogadas ao léu?
Artemis ainda canta com forte voz em mim:
Só a natureza silencia meus anseios
Os arquétipos entram todos em sintonia.
Mas é só me dispersar ao vento
Que Afrodite, Persephone e Atena
Gritam em coro dissonante
Suas vontades sem fim.
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