A dilaceração da dor bem sentida.
O drama da existência sofrida.
O exagero e a mentira do profeta.
A realidade fingida da vida do poeta.
Se o surreal tiver início, é aqui que ele começa...
quarta-feira, 18 de novembro de 2009
A fluência dos haikais
Ultimamente, ando numa verve de haikais. A maioria, sem sentido. Aí vai mais um:
Tudo provém desta água, outrora branca e cristalina: No verão temos a dengue. No inverno, a gripe suína.
3 comentários:
Isso tá muito grande pra ser um haikai, hein...hahaha
saudades dos posts longos!
Ora, então serei a precursora do Haikai Modernista! hahaha
nossa, isso aqui ta às moscas!
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