A dilaceração da dor bem sentida.
O drama da existência sofrida.
O exagero e a mentira do profeta.
A realidade fingida da vida do poeta.
Se o surreal tiver início, é aqui que ele começa...
domingo, 6 de janeiro de 2013
Lições da vida: às vezes o amor é um burro
cego, manco, com viseiras e sem ferradura, porém desenfreado. Um
verdadeiro asno da persistência.
Um comentário:
Nossa,o amor é um absurdo mesmo, né? rsrs...beijo!
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